Bady Bassitt inicia vacinação contra a chikungunya
Vacina contra chikungunya Instituto Butantan/Reprodução Bady Bassitt (SP) iniciou nesta quarta-feira (22) a vacinação contra a chikungunya. A ação segue o...
Vacina contra chikungunya Instituto Butantan/Reprodução Bady Bassitt (SP) iniciou nesta quarta-feira (22) a vacinação contra a chikungunya. A ação segue o modelo do projeto-piloto implementado em Mirassol (SP), que marcou o início da imunização no país com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A vacina será aplicada gratuitamente nas unidades de saúde de Bady Bassitt, que tem cerca de 29 mil habitantes. Podem se imunizar pessoas de 18 a 59 anos, conforme a estratégia definida pelo Ministério da Saúde. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A iniciativa faz parte de uma estratégia nacional para introdução da vacina contra a doença, que foi aprovada pela Anvisa em abril de 2025. O imunizante também já recebeu autorização para uso em países como Canadá, Reino Unido e integrantes da União Europeia. Na primeira fase da campanha, a vacinação foi realizada de forma estratégica em dez municípios de quatro estados, selecionados com base em critérios epidemiológicos e operacionais. Em Mirassol, foram aplicadas 5.415 doses até esta terça-feira (21). Eficácia e monitoramento Vacinação contra a chikungunya em Mirassol é estendida para moradores de outras cidades Estudos clínicos feitos no Brasil e nos Estados Unidos apontam que a vacina é bem tolerada e capaz de induzir resposta imunológica com apenas uma dose. Em ensaios conduzidos em território norte-americano, cerca de 99% dos voluntários desenvolveram anticorpos neutralizantes. Segundo o Instituto Butantan, a efetividade do imunizante continuará sendo acompanhada nos municípios participantes, com a comparação entre casos registrados em pessoas vacinadas e não vacinadas. Initial plugin text A vacina possui contraindicações, como para pessoas imunossuprimidas, gestantes e indivíduos com alergia a componentes da fórmula, conforme orientações da bula aprovada pela Anvisa. Doença e cenário atual A chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da zika. Entre os principais sintomas estão febre alta e dores intensas nas articulações, que podem persistir por meses ou até anos. Não há tratamento antiviral específico para a doença, e o acompanhamento é feito com medidas de suporte, como hidratação e uso de medicamentos para alívio dos sintomas. Em 2025, o estado de São Paulo registrou 7.952 casos confirmados e sete mortes por chikungunya. Já em 2026, até 21 de abril, foram contabilizados 616 casos e dois óbitos. Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM