MC Negão Original é preso na Grande SP
O funkeiro MC Negão Original foi preso em Santa Isabel Reprodução/Instagram O cantor de funk João Vitor Ribeiro, conhecido como MC Negão Original, foi pres...
O funkeiro MC Negão Original foi preso em Santa Isabel Reprodução/Instagram O cantor de funk João Vitor Ribeiro, conhecido como MC Negão Original, foi preso na manhã desta quinta-feira (25) em Santa Isabel, na Grande SP. Ele é alvo de uma operação da Polícia Civil de São Paulo que investiga uma organização criminosa especializada em golpes virtuais. ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Policiais do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) prenderam o artista após investigações da Operação Fim da Fábula. De acordo com os investigadores, ele teria ligação com um esquema de estelionato que fez vítimas em diversos estados e movimentou cerca de R$ 100 milhões em cinco anos. Entre eles estão o golpe do INSS, o golpe do falso advogado e o chamado golpe da mão fantasma, além de fraudes com cartões clonados, falsas centrais telefônicas e o uso de bets e fintechs para clonagem de chaves PIX. Polícia investiga MC Negão Original por ligação com esquema de estelionato virtual LEIA TAMBÉM: Polícia Civil de SP prende 10 em operação contra quadrilha de golpes digitais e bloqueia contas com até R$ 100 milhões Polícia investiga MC Negão Original por ligação com esquema de estelionato virtual Foragido, MC Negão Original lança música que chega ao top 20 do Spotify; entenda Rauls: como funk transformou estelionatários digitais em personagens de músicas e de série Operação Fim da Fábula Polícia Civil de SP faz operação contra quadrilha de golpes digitais e bloqueia contas com até R$ 100 milhões Divulgação O cantor MC Negão é um dos alvos da Operação Fim da Fábula. A ação cumpre 53 mandados de prisão temporária e 120 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de integrar uma organização criminosa investigada por fraudes eletrônicas e golpes pela internet. A operação é realizada em São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal. A ação é conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), com apoio do Ministério Público de São Paulo (MPSP), por meio do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (GAEPP). Cerca de 400 policiais civis e promotores participam dos trabalhos. Como parte da operação, a Justiça determinou o bloqueio de 86 contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas. Os valores bloqueados podem chegar a R$ 100 milhões por conta. Também foi autorizado o bloqueio de bens móveis e imóveis dos investigados. De acordo com o Ministério Público, os investigadores identificaram ao menos 36 imóveis ligados ao grupo, muitos deles registrados em nome de laranjas ou empresas de fachada. Também foram localizados centenas de veículos e embarcações. Segundo o órgão, o objetivo é rastrear, apreender e confiscar bens adquiridos com recursos de origem ilegal, além de recuperar valores desviados e garantir o ressarcimento das vítimas. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê