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Operação Copia e Cola: Rodrigo Manga, esposa, mãe e outras 10 pessoas são denunciados pelo MPF

Operação Copia e Cola: Rodrigo Manga, esposa e outras 11 pessoas são denunciados pelo MPF O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 13 pessoas por crime...

Operação Copia e Cola: Rodrigo Manga, esposa, mãe e outras 10 pessoas são denunciados pelo MPF
Operação Copia e Cola: Rodrigo Manga, esposa, mãe e outras 10 pessoas são denunciados pelo MPF (Foto: Reprodução)

Operação Copia e Cola: Rodrigo Manga, esposa e outras 11 pessoas são denunciados pelo MPF O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 13 pessoas por crimes em contratos com a Prefeitura de Sorocaba (SP) na área da saúde. Entre elas está o prefeito afastado Rodrigo Manga (Republicanos), a esposa dele, Sirlange Frate Maganhato, e a mãe dele, Zoraide Batista Maganhato. A defesa do prefeito afastado disse que não irá comentar sobre o caso. Os crimes foram apurados pela Polícia Federal na operação Copia e Cola, que investiga desvio de verbas em contratos para a administração de duas unidades de saúde do município. Entenda mais abaixo. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Os investigados foram denunciados por organização criminosa, peculato, corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e frustração de competição em licitação. Relação entre o prefeito Rodrigo Manga (Republicanos), de Sorocaba (SP), teria começado antes de mandato, diz PF Reprodução/TV TEM Na denúncia, a procuradora pede a decretação da perda do cargo do prefeito afastado e que ele seja impedido de se candidatar e ocupar cargos públicos por cinco anos. Diminuição de postagens e queda nas curtidas: os três meses do 'prefeito tiktoker' afastado da Prefeitura de Sorocaba Além disso, o MPF aponta que Manga era "peça-chave" nos crimes, e que ele aceitou a promessa ou recebeu propina. A denúncia diz ainda que Rodrigo Manga determinou ao então secretário de Saúde o contato com representantes da Aceni. Ainda conforme o documento do MPF, com base na investigação da Polícia Federal, Rodrigo Manga teve suas contas pessoais pagas por intermediários e também usou outra pessoa e dinheiro em espécie para comprar uma casa e lavar dinheiro. SAIBA + SOBRE O CASO: OS alvo de operação é citada em investigação de 2022 apoiando campanha do prefeito PF diz que Rodrigo Manga negociou com entidade investigada por propina antes de ser eleito Representante de OS cobrou ‘parceria’ de secretário municipal antes de contrato com prefeitura Prefeito de Sorocaba usou ‘dinheiro vivo’ para comprar imóvel de luxo Além do prefeito afastado e da primeira dama, os outros denunciados pelo MPF são: Josivaldo Batista de Souza: é cunhado de Rodrigo Manga e bispo de uma igreja evangélica. Foi preso em uma fase anterior da operação e está usando tornozeleira eletrônica. Simone Frate de Souza: é cunhada de Rodrigo Manga e irmã de Sirlange Maganhato. Ela não foi presa, mas está usando tornozeleira eletrônica. Marco Silva Mott: é empresário e apontado como o operador financeiro do esquema. Ele foi preso em uma fase anterior da operação e está usando tornozeleira eletrônica. Rafael Pinheiro do Carmo: é amigo de Rodrigo Manga. Comprou uma casa e, só depois do negócio estar concluído, informou que era para o prefeito afastado. Cláudia Cenci Guimarães: é esposa de Rafael e também participou da compra da casa. Fausto Bossolo: é ex-secretário de Administração do prefeito afastado. Vinícius Rodrigues: é ex-secretário de Saúde do prefeito afastado. Paulo Korek: é dono da Aceni, mas não aparece como proprietário da empresa na documentação. Anderson Luiz Santana: é integrante da Aceni. Sérgio Peralta: é o dono da Aceni, de acordo com os documentos. A defesa de Rodrigo Manga e Sirlange Maganhato disse que não irá comentar o caso. Rodrigo Manga e a esposa, Sirlange Maganhato Sirlange Frate/Instagram/Reprodução Já os advogados de Paulo Korek informaram que respeitam o trabalho da PF e que demonstrarão a inocência dele. A TV TEM tenta contato com a defesa dos outros denunciados, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Relembre a operação A investigação começou em maio de 2022 para apurar a contratação indevida da Aceni pela Prefeitura de Sorocaba (SP). O trabalho, conforme a polícia, relevou indícios de uma trama criminosa usada para dilapidar os cofres públicos, a partir do contrato emergencial da UPA do Éden e, depois, da então UPH da Zona Oeste (atual UPA da Zona Oeste). Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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