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Polícia Civil de Sertãozinho prende suspeitos de envolvimento em sequestros na região

Operação em Sertãozinho, SP, prende cinco pessoas suspeitas de sequestros na região A Polícia Civil de Sertãozinho (SP) prendeu cinco pessoas nesta terça...

Polícia Civil de Sertãozinho prende suspeitos de envolvimento em sequestros na região
Polícia Civil de Sertãozinho prende suspeitos de envolvimento em sequestros na região (Foto: Reprodução)

Operação em Sertãozinho, SP, prende cinco pessoas suspeitas de sequestros na região A Polícia Civil de Sertãozinho (SP) prendeu cinco pessoas nesta terça-feira (10) por suspeita de extorsão mediante sequestro. Segundo o delegado Igor Dorsa, responsável pela investigação, os presos tiveram participação em pelo menos dois crimes registrados em 2024 na região. A Operação Criptopix cumpriu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão em Belo Horizonte (MG), Guarujá (SP), Jaboticabal (SP), Monte Alto (SP) e Guariba (SP). A investigação apurou que as vítimas eram sequestradas, levadas a cativeiros e obrigadas a abrir contas em corretoras digitais que operam com criptomoedas. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp De posse dos celulares das vítimas, os criminosos faziam as transferências dos valores para outras carteiras e convertiam os valores para as contas deles. “Uma vez adquirida a criptomoeda, ela era transferida para outra carteira. Essa carteira convertia novamente essas criptos em recursos financeiros e transferia isso para os envolvidos aqui da nossa região”, afirma Dorsa. Ao rastrear as transações, a Polícia Civil identificou o receptador dos valores das vítimas e identificou os outros suspeitos. Polícia Civil de Sertãozinho (SP) prende suspeitos de envolvimento em sequestros na região Divulgação/Polícia Civil Sequestros De acordo com o delegado, o grupo preso nesta terça-feira atuou em pelo menos dois crimes na região. O primeiro crime foi em julho de 2024 em Jaboticabal (SP). Um empresário foi agredido e ameaçado de morte durante as três horas em que esteve sob o poder dos criminosos. Na época, a Polícia Civil informou que o grupo roubou cerca de R$ 27,5 mil de uma das contas da vítima por meio de transação via Pix. O segundo crime foi em setembro de 2024, quando um professor idoso foi mantido em cativeiro por um dia e obrigado a transacionar R$ 10 mil. No decorrer das investigações, as vítimas contaram à polícia que os criminosos atuavam com extrema violência. “Todos relataram que eles estavam armados, eram muito agressivos, agrediam fisicamente as vítimas. O caso de Jaboticabal foi agredido. O senhor foi obrigado a entrar no cativeiro, a fazer transações, sendo obrigado a tirar fotos para viabilizar a abertura dessas contas nas corretoras de criptomoedas. Eram um grupo criminoso agressivo e violento e praticou extorsão, lavagem de dinheiro, com muita agressividade”, afirma Dorsa. Com as prisões desta terça-feira, a polícia vai analisar os materiais apreendidos para identificar outras possíveis vítimas e ramificações da quadrilha. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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