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Vereadora de Mogi das Cruzes diz que denúncia de invasão foi retaliação e pede reforço de medida protetiva

Malu Fernandes diz que denúncia de invasão foi retaliação e pede reforço de medida protetiva Divulgação/Câmara de Mogi das Cruzes A vereadora de Mogi da...

Vereadora de Mogi das Cruzes diz que denúncia de invasão foi retaliação e pede reforço de medida protetiva
Vereadora de Mogi das Cruzes diz que denúncia de invasão foi retaliação e pede reforço de medida protetiva (Foto: Reprodução)

Malu Fernandes diz que denúncia de invasão foi retaliação e pede reforço de medida protetiva Divulgação/Câmara de Mogi das Cruzes A vereadora de Mogi das Cruzes Maria Luíza Fernandes (PL), conhecida como Malu Fernandes, afirmou que a denúncia de que teria invadido a casa do ex-namorado, Mario Luiz Moreno Junior, e danificado objetos é uma retaliação após a Justiça conceder medidas protetivas em favor dela. A defesa da parlamentar protocolou nesta sexta-feira (17) um pedido para ampliar as medidas cautelares já existentes contra o empresário. Em nota, Mario Luiz Moreno Junior negou as acusações da vereadora e disse confiar que os fatos serão esclarecidos pela Justiça (leia mais abaixo). ✅ Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Mario Luiz Moreno Junior é alvo de medida protetiva concedida pela Justiça em favor da vereadora Malu Fernandes Reprodução/Redes sociais Malu é suspeita de invadir a casa do ex-namorado em setembro de 2025. Segundo boletim de ocorrência atualizado em maio deste ano, ela teria permanecido cerca de 20 minutos no imóvel, que foi encontrado revirado, com objetos quebrados e uma jaqueta rasgada. Malu Fernandes é suspeita de invadir casa de ex-namorado Reprodução / CMMC Segundo a defesa da vereadora, Mario Luiz Moreno Junior complementou o boletim de ocorrência registrado em 2025 apenas após a Justiça conceder medidas protetivas em favor de Malu, incluindo o nome dela como autora dos danos. A defesa afirma que a alteração foi uma forma de retaliação. A defesa também sustenta que a divulgação do caso ocorreu no dia do lançamento da pré-candidatura de Malu a deputada estadual e classifica o episódio como violência política de gênero. Na petição apresentada à Justiça, as advogadas afirmam ainda que o empresário teria fornecido informações e imagens do processo à imprensa de forma "seletiva e distorcida". Os pedidos ainda serão analisados pelo Judiciário. A defesa da parlamentar também nega que ela tenha invadido ou danificado a residência do ex-companheiro. Segundo as advogadas, as imagens mostram apenas a vereadora circulando em áreas comuns do condomínio e não comprovam os danos atribuídos a ela. No pedido apresentado à Justiça, a defesa solicita que as medidas protetivas sejam ampliadas para proibir Mario Luiz Moreno Junior de divulgar imagens ou informações sobre a vereadora e pede que, em caso de novo descumprimento, seja decretada a prisão preventiva dele. Agora no g1 Medida protetiva A medida protetiva foi concedida pela 3ª Vara Criminal de Mogi das Cruzes em 28 de abril deste ano. Na decisão, a Justiça determinou que Mario Luiz Moreno Junior mantenha distância mínima de 200 metros da vereadora, não mantenha contato com ela e não frequente os mesmos locais. Também foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar os fatos narrados pela parlamentar. Ao conceder as medidas, a juíza entendeu que havia elementos suficientes, em análise inicial do caso, para justificar a proteção, citando risco à integridade da vereadora e relatos de perseguição, intimidação e tentativa de interferência em sua atuação pessoal e profissional. O que diz Mario Luiz Moreno Junior Em nota enviada ao g1, Mario Luiz Moreno Junior negou as acusações feitas pela vereadora. Ele afirmou que a medida protetiva foi concedida em análise cautelar, disse confiar que os fatos serão esclarecidos pela Justiça e reiterou a versão de que Malu foi à residência dele sem autorização. Por fim, afirmou que, caso seja comprovado que houve imputação falsa de crime para provocar investigação contra uma pessoa inocente, a legislação prevê responsabilização, inclusive pelo crime de denunciação caluniosa. Ele declarou ainda confiar que "a verdade prevalecerá". Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê

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