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VÍDEO: árvore gigante derruba portão, entorta postes e cai sobre padaria na Zona Sul de SP

Árvore de grande porte cai na Zona Sul de SP Uma árvore de grande porte caiu na tarde desta terça-feira (27) na Rua Padre José de Anchieta, na região de Sa...

VÍDEO: árvore gigante derruba portão, entorta postes e cai sobre padaria na Zona Sul de SP
VÍDEO: árvore gigante derruba portão, entorta postes e cai sobre padaria na Zona Sul de SP (Foto: Reprodução)

Árvore de grande porte cai na Zona Sul de SP Uma árvore de grande porte caiu na tarde desta terça-feira (27) na Rua Padre José de Anchieta, na região de Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, e provocou a interdição da via. O impacto derrubou cabos, entortou postes e atingiu uma padaria do outro lado da rua. Uma câmera de segurança registrou o momento da queda (vídeo acima). Apesar do tamanho da árvore, nenhum veículo foi atingido e ninguém ficou ferido. A raiz da árvore ficava em uma agência funerária localizada ao lado do Cemitério de Santo Amaro. Com a queda, a grade do local foi arrebentada, e os cabos dos postes foram levados, o que resultou na interdição da avenida. A região ficou sem energia elétrica após o rompimento dos cabos. Semáforos deixaram de funcionar, e o comércio foi afetado. No momento da queda, às 15h13, ventava e chovia forte. No vídeo, é possível ver faíscas após o impacto, indicando um curto-circuito na rede elétrica. Chuva forte causa alagamentos, bloqueios em vias e deixa mais de 80 mil imóveis sem luz Estado de atenção na capital A forte chuva que atingiu a capital na tarde desta terça-feira (27) causou alagamentos, bloqueou temporariamente vias importantes como a Rua da Consolação e a Avenida 23 de Maio e deixou mais de 80 mil imóveis sem luz. Entre as 15h e as 16h45, toda a cidade entrou em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo. A Defesa Civil emitiu alerta às 15h16 informando que uma chuva forte estava se espalhando pelas Zonas Sul, Oeste e Central de SP. "Tem raios, vento e granizo. Atinge áreas vizinhas. Busque abrigo." Segundo o órgão, 1.181 raios atingiram o solo no município de São Paulo nesta tarde. Boletim da Enel das 16h indicava que 80.003 imóveis estavam sem luz. Às 17h, eram 60.828 clientes no escuro. Por conta de um alagamento intransitável na Av. Vinte e Três de Maio, a CET chegou a bloquear os dois sentidos da via, próximo ao Viaduto Euclides Figueiredo. Pouco depois, a circulação foi normalizada. Na Rua da Consolação, a queda de uma árvore na altura da Rua Dona Antônia de Queirós também provocou o bloqueio da via no sentido Centro. Um vídeo enviado à TV Globo mostra pontos de alagamento no Terminal João Dias, na Zona Sul de São Paulo. Outro alagamento foi registrado na Avenida Guarapiranga no sentido bairro–centro, região de Capela do Socorro, também na Zona Sul. Segundo o CGE, o ponto crítico ficou próximo à Rua José Rafaeli. O tenente da Defesa Civil estadual Maxwel Souza afirmou à TV Globo que a chuva perdeu força, e que a temperatura estará em ligeira elevação nas próximas horas. "A chuva não tem mais força para voltar hoje, diferente de amanhã, quinta e sexta, quando volta a chover de novo." Segundo os Bombeiros, houve 37 chamadas para quedas de árvores; duas chamadas para desabamentos e sete, para enchentes. Pontos de alagamento no Terminal João Dias, na Zona Sul de São Paulo, nesta terça-feira (27) Jardim São Luís News De acordo com o CGE, essas chuvas podem atuar até o início da noite e têm potencial para raios e rajadas localizadas de vento, o que eleva o potencial para formação de alagamentos e queda de árvores. Após chuva, árvore gigante cai na Rua da Consolação, e CET bloqueia o sentido Centro da via Reprodução/TV Globo Alagamento na Avenida 23 de Maio, em SP Reprodução/TV Globo Terminal João Dias, Zona Sul de SP, com ponto de alagamento nesta terça-feira (27) Alagamentos na capital paulista Um levantamento exclusivo da TV Globo, com dados municipais, mostra que os alagamentos e as inundações causados pelas chuvas estão cada vez mais frequente na capital. Oficialmente, a prefeitura faz uma separação entre o que é alagamento e o que é inundação. Alagamento é o acúmulo de água da chuva nas ruas, principalmente em locais mais baixos, por falta de drenagem ou escoamento. Já a inundação é quando o excesso de chuva faz um rio ou córrego transbordar, e a água cobre as áreas do entorno. Coisas diferentes, mas com algo em comum: as duas cresceram no ano passado na cidade de São Paulo. Foi registrada uma alta de 31% no caso dos alagamentos e de 61% nas inundações na comparação com os registros de 2024. Para o professor Anderson Kazuo Nakano, da Universidade Federal de São Paulo, a cidade precisa investir em alternativas para reter a água da chuva. “Sair dessa lógica e dessa solução única dos piscinões, pensar diferentes tipos de lagoas e formas de retenção de águas da chuva nos rios, nos córregos, em pontos mais altos da cidade, para evitar que seja lançado uma grande quantidade de água nas ruas, nas avenidas, principalmente ladeiras, que provocam essas enxurradas. É com grande força, com grande energia, que arrasta os carros e mata as pessoas.” Só nesse começo de verão, pelo menos quatro pessoas já morreram na região metropolitana em decorrência desses acúmulos de água. No último domingo (25), o funcionário público aposentado Romeu Maccione Neto, 75 anos, morreu afogado em uma enchente na rua onde morava, na Vila Guilherme, na Zona Norte de São Paulo Tempo de chuva na Zona Sul de SP no último domingo (25) Paola Patriarca/g1

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